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RESENHA CRÍTICA "O HOMEM QUE COPIAVA"   
por Ademir Pascale - Crítico de Cinema e administrador Cranik - ademir@cranik.com
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O HOMEM QUE COPIAVA
O HOMEM QUE COPIAVA (COLUMBIA PICTURES)

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CRÍTICA: O HOMEM QUE COPIAVA - "A REALIDADE NÃO FANTÁSTICA". Fascinado por filmes que retratam o cotidiano, pobreza e a realidade do povo brasileiro, "O HOMEM QUE COPIAVA" não deixa nada a desejar, com um roteiro super original de Jorge Furtado e as ótimas atuações de Lázaro Ramos (André), Leandra Leal (Silvia), Luana Piovani (Marinês) e Pedro Cardoso (Cardoso) o filme vai para minha lista de "preferidos". O protagonista André (Lázaro Ramos) é um jovem de 20 anos que trabalha como operador de fotocopiadora na papelaria Gomide e que nas horas vagas, desenha e tenta o apoio de algum Fanzine enviando suas produções para aprovação, mas nunca obteve uma resposta da parte dos mesmos. Tentando conquistar o coração da jovem Silvia (Leandra Leal) e lutando para sair da "dureza" de ganhar um salário mínimo por mês, André passa a produzir notas de 50 reais falsas onde trabalha, mas sua loucura por querer mais dinheiro vai além, produz cada vez mais notas falsas, até que teve a idéia de roubar um carro forte, onde obteve êxito roubando um malote com 2 milhões de reais, além de ter a pura sorte de ganhar na loteria no dia seguinte ao roubo, com os números "01-02-03-04-05-06".
As cenas se passam em Porto Alegre e o sotaque dos protagonistas deixa transparecer claramente que são Catarinenses.
O filme tem cenas de sexo, mas nada exagerado se comparado aos filmes nacionais da década de 70 e 80 e, é o que diferencia e muito os novos filmes nacionais dos seus antecessores, menos cenas de sexo, mais história e diálogo entre os protagonistas, o que deixa espaço para os atores realmente mostrarem que são bons e sabem realmente interpretar. No meu ponto de vista, esse foi um grande diferencial nos filmes nacionais da atualidade, gerando melhores filmes e fazendo do cinema nacional, um destaque mundial.
Tenho certeza que os maiores críticos do mundo notaram esse crescimento nos filmes brasileiros, mas ainda preferem citar o cinema europeu, como um dos "maiorais".
De todos os filmes que já assisti, que não foram poucos, dou um maior destaque para o filme nacional "CIDADE DE DEUS" com direção de Fernando Meirelles como o "melhor" filme de todos os tempos e um marco na história do cinema brasileiro. (Cidade de Deus, foi o 2º filme que Fernandes Meirelles dirigiu, o 1º foi "Domésticas - O Filme", onde não obteve tanto êxito como em seu 2º). É claro que não devemos generalizar, pois também existem ótimos filmes estrangeiros que retratam o cotidiano e a realidade local, como o excelente filme "A LUTA PELA ESPERANÇA" (título original: Cinderella Man), um filme que mexe e sensibiliza até com os mais fortes, pois o roteiro de Cliff Hollingsworth e Akiva Goldsmane e a atuação de Russell Crowe como Jim Braddock e Renée Zellweger (Sra. Braddock) são excepcionais (Direção: Ron Howard - EUA 2005).
Como um grande cinéfilo e não mais tão apaixonado por filmes do gênero "Matrix, Homem-Aranha, Exterminador do Futuro, Sin City e outros fictícios da vida", passei realmente a observar mais os filmes que possuem uma "história" e acabei deixando um pouco de lado essa "Realidade Fantástica", dando um grande passo e seriedade em minhas próprias críticas, passando a observar amplamente os filmes nacionais.

Complementando - Recomendo "Houve uma Vez Dois Verões (2002)", o 2º longa-metragem do diretor Jorge Furtado (Houve uma Vez dois Verões, ganhou o grande prêmio cinema Brasil de melhor roteiro original) e, para quem não sabe, o diretor Jorge Furtado também faz sucesso com curtas-metragens, pois quem nunca ouviu  comentários ou mesmo assistiu o curta "Ilha das Flores"?

Gênero: Comédia Romântica
Lançamento (Brasil): 2002
Distribuição: Columbia Pictures do Brasil
Direção: Jorge Furtado
Roteiro: Jorge Furtado

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Cena do filme O HOMEM QUE COPIAVA (Foto Divulgação)

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Crítico: Ademir Pascale Cardoso é crítico de cinema, administrador e criador do portal Cranik www.cranik.com e do projeto de inclusão social e cultural "Vá ao cinema!". Contatos para matérias em Jornais, Sites ou Revistas, e-mail: ademir@cranik.com

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© Cranik - O HOMEM QUE COPIAVA (FILME O HOMEM QUE COPIAVA)